sábado, 10 de agosto de 2013

Influências

Se você é um ser humano, com certeza já foi influenciado ou já influenciou alguém. O escritor John Maxwell afirma que influenciamos pelo menos dez mil pessoas ao longo de nossa vida. Isso é muito, não acha? Já pensou no tamanho da nossa responsabilidade?


Bom, para que imaginemos as coisas de forma melhor, vamos voltar ao início dos tempos...
Você deve conhecer alguma história sobre o tempo das cavernas: os homens eram cabeludos e barbudos, moravam em cavernas, faziam desenhos nas pedras com sangue de animais, e carregavam as mulheres “puxando pelo cabelo”! – Isso é, no mínimo, estranho!

Agora olhe só para o dia de hoje: quanta tecnologia! Graças a Deus existem barbeadores e cremes de barbear! Hoje existem tintas para desenhar, e para mais umas mil outras coisas (pintar os cabelos, pintar as unhas, as casas, fazer fotos...), e claro, as mulheres não são mais puxadas pelos cabelos! (rs) 
Percebeu a diferença? Toda essa evolução aconteceu graças às influências que surgiram ao longo dos tempos – fico tentando imaginar qual foi a primeira mulher a influenciar seu marido a cortar a barba...

Enfim, hoje nem sequer percebemos isso. Quando uma mulher ousou usar calça colorida pela primeira vez, todas as outras copiaram, e hoje já somos acostumadas a ver “tudo colorido” pelas ruas afora.

Bom, agora que já sabemos as influências que sofremos, precisamos refletir sobre isso. Usei alguns exemplos básicos, mas sabemos que a área mais perigosa de ser influenciada é a área sentimental e de comportamento.

Você precisa criar seus próprios valores, e isso começa desde cedo. Você precisa decidir coisas sobre o seu futuro, pois ele é seu! O grande problema das pessoas é que muitas vezes elas aconselham errado – e ainda te fazem sentir mal se você não fizer isso ou aquilo.

Precisamos saber definir quais conselhos serão bons e quais não devemos seguir. E ah, também não se esqueça de que você pode ter um papel importante na vida de alguém, saiba influenciar corretamente!


Obs: para escrever, me inspirei no texto No pingue pongue da vida – 
Revista Diálogo e Ação/ 2T de 2012.

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