quarta-feira, 8 de agosto de 2012

E o seu valor?

A gente trabalha o mês inteiro, até que chega o 5º dia útil para recompensar.
Depois, fazemos aquela “listinha de dívidas” e somamos tudo o que devemos pagar, daí, com o que sobra, dá pra passar no shopping e comprar aquele sapato que estamos namorando há semanas.
                              
Ainda no shopping, passamos na frente de uma loja e não resistimos a um vestido. Mas não é um vestido qualquer, é ‘o vestido’, tipo lindo-maravilhoso-poderoso-minhas-amigas-vão-morrer-de-inveja!
Pagamos bem caro no tal vestido, e saímos da loja com a maior satisfação.
Depois que chegamos em casa o vestido já não parece tão bonito, mas mesmo assim guardamos com o maior entusiasmo. Os dias vão passando e você vai enjoando daquele vestido até que, quando tem uma ocasião para usá-lo, você já não acha mais graça nele.

Se isso já aconteceu com você fique tranqüila, isso é normal, até mesmo porque o consumismo é uma característica das mulheres – eu mesma sou viciada em esmaltes e bijuterias!
Mas, a coisa se torna complicada quando você leva isso como prioridade na sua vida. Você trabalha o mês inteiro comprometendo seu dinheiro com compras fúteis e acaba nem pagando as dívidas da listinha.

E o seu valor? Você valoriza tanto as coisas materiais que acaba se esquecendo de você. Fica preocupada demais em mostrar as compras pra amiga que até se esquece de contar pra ela como anda sua vida. Pessoas assim não são felizes.

Nunca perca seu valor. Nunca se esqueça que a sua felicidade é a sua prioridade. Porque um dia você percebe que ter tudo por fora é não ter nada por dentro.

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